Em encontro com ministro da CGU, OAB-GO entrega carta de intenções do Programa de Integridade da Seccional

Em encontro com o ministro da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União, Torquato Neto, o secretário-geral da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção (OAB-GO), Jacó Coelho, entregou uma carta de intenções sobre a implantação do Programa de Integridade da Seccional, com intuito de alcançar a certificação do selo Pró-Ética. Esta é uma iniciativa de esforços entre os setores público e privado para promover ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente.

A comitiva desta sexta-feira (24) foi composta também pela coordenadora da subcomissão de Compliance, Nívea de Paula, e a presidente da Comissão Especial de Advocacia Corporativa, Maria Luíza Cavalcante Lima.

“Trata-se de uma ação pioneira para a instituição no Brasil, iniciada com a imediata adesão ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas e formação do Comitê Interno de Compliance”, afirma Jacó Coelho.

De acordo com o ministro, o Pró-Ética consiste em fomentar a adoção voluntária de medidas de integridade pelas empresas, por meio do reconhecimento público daquelas que, independente do porte e do ramo de atuação, mostram-se verdadeiramente comprometidas com a prevenção e o combate à corrupção e outros tipos de fraudes.

Nívea de Paula aponta que o projeto de implantação do Programa de Integridade irá seguir o cumprimento dos critérios de avaliação previstos no Regulamento do Selo Pró-Ética. “Esta é a ambição máxima da equipe responsável”, resume.

Em resumo, Nívea de Paula destaca que “a OAB desde o início da atual gestão se preocupa com a transparência”. Ao analisar o contexto atual, ela afirma que “este é o caminho natural da Ordem com a implantação do projeto de compliance, cuja preocupação é com a transparência e integridade”, diz.

“Este é o casamento do público com o privado para dar eficiência operacional para as empresas”, afirma Maria Luíza Cavalcante. “Nosso papel será capacitar os advogados inscritos para terem uma cultura de conformidade e transparência e depois estarem capacitados para atenderem os clientes dentro desta cultura”, analisa.

 
 
 

(Texto: Felipe Cândido - Assessoria de Comunicação Integrada da OAB-GO)  

 

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